Obras Francisco Fernández Carvajal

Website de Francisco Fernández Carvajal


Quinta-feira, 30 de Mar�o de 2017 


 

Obras

 

- Falar com Deus
- A Cruz de Cristo
- A quem pedir conselho?
- Outras obras em espanhol


 

Falar com Deus

São mais de quatrocentos textos, escritos de forma ágil, com inúmeras citações dos Padres da Igreja, dos santos e de autores espirituais clássicos e moderrnos, que seguem o ano litúrgico, comentando as passagens evangélicas correspondentes à Missa do dia. Esta obra ensina a fazer oração diariamente, para se crescer em serenidade, para se rejuvenescer por dentro e enxergar de forma clara a solução dos problemas da vida.

Dizia Santa Teresa de Jesus que, sempre que queria fazer oração, tomava nas mãos um livro e “com ele, começava a recolher os pensamentos dispersos e, como por afagos, recolhia o espírito. Acontecia freqüentemente que só com ter o livro à mão, não era, preciso mais. Algumas vezes lia pouco, outras muito, conforme a mercê que o Senhor me fazia” (Vida, IV, 9). E o Bem-aventurado Escrivá aconselhava: “A tua oração deve ser litúrgica” (Caminho, n. 86). Desse modo, surge essa coleção que nos ajuda a fazer nossa a oração da Igreja. FALAR COM DEUS oferece um apoio valioso para a reflexão e o colóquio com Deus na oração mental. Cada um dos sete volumes contém meditações baseadas nas leituras litúrgicas da Missa de cada dia, a abordam uma ampla variedade de temas, tratados sob o ângulo da vida diária do cristão, das suas circunstâncias e das suas responsabilidades: trabalho, fortaleza, alegria, esperança, pureza de coração, fidelidade, deveres de justiça, caridade e fraternidade, virtudes humanas, etc. OS TEXTOS referentes aos domingos do Tempo Comum abrangem uma meditação para cada ciclo litúrgico (A, B e C). I. Advento. Natal. Epifania. II. Quaresma. Semana Santa. Páscoa. III. Tempo Comum (1). Semanas I-XII. IV. Tempo Comum (2). Semanas XIII-XXIII. V. Tempo Comum (3). Semanas XXIV-XXXIV. VI. Festas Litúrgicas e Santos (1). VII. Festas Litúrgicas e Santos (2). Índices. 12,5 x 20 cm, Brochura.

 


 

A Cruz de Cristo

Quarenta meditações que se destinam a ajudar-nos a contemplar a Santíssima Humanidade de Cristo na sua Paixão, sim, e também na Ressurreição que se lhe segue.Aprenderemos através delas a pôr o coração no Senhor, a tê-lo verdadeiramente como um Amigo que não hesitou em dar a própria vida por nós.

Quarenta meditações que se destinam a ajudar-nos a contemplar a Santíssima Humanidade de Cristo na sua Paixão, sim, e também na Ressurreição que se lhe segue. Aprenderemos através delas a pôr o coração no Senhor, a tê-lo verdadeiramente como um Amigo que não hesitou em dar a própria vida por nós. “Olha como estaria aquele divino rosto: inchado com os bofetões, atormentado pelas cusparadas...” Olhamos para Jesus... Olhamos para Jesus, e Ele nos olha. Como havemos de ser capazes de tornar a ofendê-lo, daqui por diante, se os nossos pecados foram a causa dessa dor e dessas humilhações? Como havemos de negar-Lhe o que quer que nos peça, se tudo o que sofreu, o sofreu por cada um de nós?

 


 

A quem pedir conselho?

Ninguém é bom juiz em causa própria”, diz a sabedoria popular, e esse provérbio é mais verdadeiro ainda quando se trata de julgar sobre o que precisamos fazer para chegar ao céu. Compreendemos assim a necessidade de pedir conselho, através dessa prática cristã que é a orientação ou direção espiritual.

Francisco Fernández-Carvajal, autor da conhecida coleção Falar com Deus, caracteriza-se por escrever com um estilo límpido e transparente, simples e acessível. Nesta obra, recorda-nos uma verdade cuja urgência já experimentamos na própria carne: necessitamos de alguém que, “de fora”, observe o jogo da nossa vida e saiba fortalecer-nos quando estamos a ponto de desanimar, levar-nos a refazer os raciocínios quando íamos agir com precipitação, ajudar-nos a superar a mediocridade em que sempre corremos o risco de atolar-nos. Se isso é verdade no plano das decisões cotidianas, quanto mais o é no plano da vida cristã, em que se trata não apenas de evitar os grandes pecados, mas de aperfeiçoar cada vez mais a nossa conduta, em cumprimento daquele mandato de Cristo: Sede perfeitos como meu Pai celestial é perfeito (São Josemaría Escrivá, "Caminho", 291). A prática da direção espiritual, de longa tradição na Igreja, é precisamente o meio que o próprio Deus prevê para nos fazer chegar a ajuda e a orientação do Espírito Santo. Como não buscar um bom guia ou orientador espiritual e, se já o temos, como não fazer o esforço de tirar cada vez mais o fruto das nossas conversas com ele?

 



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